DESEMPENHO

Apesar da sua produção extremamente limitada, o McLaren P1 foi submetido a um programa de testes exigente, desenhado para assegurar que o carro e o seu conjunto propulsor de topo de gama pode entregar a sua capacidade extraordinária onde quer que o seu proprietário o queira levar. Protótipos, e a equipa de engenharia, viajaram pelo mundo para assegurar que o carro podia funcionar no climas mais frios e quentes. E, claro, o ambiente mais duro de todos, Nürburgring Nordschleife na Alemanha, e a necessidade de cumprir o objectivo do projeto que é fazer uma volta em menos de sete minutos, e assim o fez, em 6:47.


O Círculo Ártico providencia uma matriz de desafios com temperaturas como -40Cº. Ao lidar com estas condições abaixo de zero graus, é ainda mais difícil para as baterias do que calor extremo, enquanto que a superfície gelada do lago fez dele o local perfeito para pôr os sistemas de controlo de estabilidade avançados nos seus limites.



A pista está no nome. O Vale da Morte da Califórnia não é um sítio que suporta vida. Para um carro como o McLaren P1, a combinação de temperaturas elevadas (acima dos 50Cº) e o ar seco, dão o teste definitivo ao sistema de arrefecimento e gestão de calor. Para o conjunto propulsor do McLaren P1, houve um desafio adicional, que é garantir que a bateria consiga lidar com estas temperaturas e ainda assim dar a energia ao máximo.


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